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Destaques da Grécia

Viagem de ida e volta de 8 dias

Serviços

Alojamento em hotéis selecionados de 4 estrelas com meia pensão.

Traslado de chegada e partida sem assistência – em regime de partilha.

Serviço de ônibus de/para o hotel do 2º ao 7º dia e guia de acordo com o idioma do participante nos dias de excursão.

Imposto municipal a ser pago pelo cliente no local.

Ingressos incluídos

Pacote de entrada opcional:

€175 por pessoa (acima de 65 anos, €90 por pessoa – exceto em junho e setembro)

  • Atenas, Acrópole

  • 1 Mosteiro de Meteora

  • Delfos

  • Olimpíadas

  • Mystras

  • Micenas

  • Epidauro

  • Corinto

Agendamentos

5 a 12 de abril de 2026

17 a 24 de maio de 2026

14 a 21 de junho de 2026

13 a 20 de setembro de 2026

18 a 25 de outubro de 2026

Roteiro da excursão

Dia 1 : Chegada a Atenas

Dia 2: Atenas – Kalambaka

O dia começa em Atenas, o berço da civilização europeia e um dos mais importantes centros culturais da Antiguidade. No seu coração encontra-se a Acrópole, indiscutivelmente o monumento mais famoso da Grécia. No alto da cidade ergue-se o Partenon, construído entre 447 e 438 a.C. e dedicado à deusa Atena. Ao longo dos séculos, serviu como templo, igreja, mesquita e até mesmo arsenal – e, apesar dos graves danos sofridos, mantém a sua majestosa presença até aos dias de hoje.


Uma visita à Acrópole oferece uma visão impressionante da maestria arquitetônica da Grécia clássica e uma ampla perspectiva da metrópole de milhões de habitantes.


No final da tarde, continuamos nossa viagem para o norte da Grécia, até Kalambaka, aos pés das formações rochosas únicas de Meteora. Pernoite no local.

Dia 3: Kalambaka – Mosteiro de Meteora – Delfos – Golfo de Corinto

A jornada conduz à paisagem rochosa de tirar o fôlego dos mosteiros de Meteora, um dos lugares mais extraordinários da Grécia. Empoleirados no alto de torres de arenito com formas peculiares, os mosteiros se assemelham a ninhos de águia – construídos para oferecer proteção e isolamento espiritual aos monges. Eremitas buscaram refúgio aqui já no ano 1000 d.C., e os primeiros mosteiros foram estabelecidos no século XIV. Dos 24 complexos originais, vários ainda estão ativos hoje, abrigando monges e freiras. A visão dessas estruturas aparentemente suspensas, combinada com o silêncio e o misticismo do lugar, transmite uma profunda sensação de fé e determinação de seus construtores.


Continue sua jornada até Delfos, que na antiguidade era considerada o "umbigo do mundo". Peregrinos de todo o mundo conhecido vinham até aqui para consultar o oráculo do deus Apolo. Uma visita ao antigo santuário oferece vistas impressionantes do Templo de Apolo, dos tesouros, do teatro e da fonte sagrada. O mito da sacerdotisa Pítia, que profetizava em transe a partir dos vapores de uma fenda na terra, mantém viva a atmosfera mística do local até hoje.


Em seguida, siga de carro até o Golfo de Corinto, onde você ficará hospedado no hotel pelas próximas quatro noites.

Dia 4: Olímpia

O dia é dedicado aos antigos Jogos Olímpicos, o lugar onde esporte, religião e cultura se fundiam em um todo inseparável. Por mais de mil anos, Olímpia foi um local sagrado onde competições atléticas eram realizadas em homenagem a Zeus, o pai dos deuses.


O extenso sítio arqueológico ainda testemunha a importância deste lugar. Embora restem apenas fragmentos do colossal Templo de Zeus, suas dimensões e a intrincada construção em calcário conchífero e estuque de mármore sugerem o antigo esplendor do santuário. Em seu interior, erguia-se a estátua de Zeus com 13 metros de altura – uma obra-prima do escultor Fídias e uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Sua oficina, localizada ao lado do templo, também ainda é reconhecível e conta a história da criação dessa figura monumental.


O Museu Arqueológico de Olímpia abriga o mundialmente famoso Hermes de Praxíteles, uma das mais elegantes esculturas em mármore do classicismo grego.


Retorno ao hotel no Golfo de Corinto, onde o dia termina em um ambiente relaxante.

Dia 5: Esparta – Mistras

O percurso atravessa a paisagem lendária da Arcádia, o epítome do idílio grego e da tranquilidade mítica, seguindo para Esparta, outrora um centro de força e disciplina militar. De lá, continua até à impressionante cidade em ruínas de Mistras, espetacularmente situada nas encostas da escarpada Serra do Taigeto.


A cidade foi fundada pelos francos em 1249, logo depois conquistada por Bizâncio, e se desenvolveu em um importante centro intelectual e cultural. No século XV, Mistras atraiu estudiosos, artistas e teólogos de todo o Império Bizantino e se tornou um ponto de encontro entre o Oriente e o Ocidente.


Um passeio completo pelo antigo centro da cultura bizantina revela o antigo esplendor da cidade. Particularmente impressionantes são as igrejas, palácios e casas bem preservados, cujos afrescos em tons pastel refletem a influência do Renascimento italiano.


Retorno ao hotel no Golfo de Corinto.

Dia 6: Micenas – Epidauro – Náuplio

A jornada leva a Micenas, a lendária cidadela de Agamenon. Mesmo diante do monumental Portão dos Leões e dos túmulos de pedra descobertos por Heinrich Schliemann, o mundo dos governantes micênicos ganha vida. Descrita nos épicos homéricos como o glorioso centro de um poder pré-histórico, Micenas é simultaneamente envolta em uma aura sombria de intriga, traição e assassinato dentro da Casa de Atreu. A crença inabalável de Schliemann na veracidade desses mitos levou a uma das descobertas arqueológicas mais significativas do século XIX — uma Micenas real que reescreveu a história da Europa.


Continue sua jornada até Epidauro, um dos sítios arqueológicos mais fascinantes da Antiguidade. Lá, você encontrará o teatro antigo, quase perfeito, renomado por sua acústica magistral, que se propaga com clareza até as últimas fileiras. Epidauro não era apenas um centro de arte, mas sobretudo um polo de cura: o Santuário de Asclépio era considerado um dos mais importantes centros religiosos de cura do mundo antigo. Além de templos, ginásios e banhos, o Salão do Repouso, utilizado para o sono terapêutico, testemunha o poder espiritual e a importância medicinal do local.


Para encerrar o dia, uma visita a Náuplia, possivelmente a cidade mais bonita do Peloponeso. Com suas ruas sinuosas do centro histórico, fachadas venezianas e praças pitorescas, ela exala charme mediterrâneo e uma atmosfera que mescla história e elegância.


Em seguida, retorne ao hotel no Golfo de Corinto.

Dia 7: Corinto – Pireu – Atenas

O dia começa com uma visita às escavações da antiga Corinto, uma das cidades mais importantes da Grécia Antiga. Graças à sua localização estratégica ideal entre o Golfo de Corinto e o Mar Egeu, a cidade desenvolveu-se desde cedo como um centro comercial e cultural de renome internacional. Moedas coríntias, sistemas de medição e produtos de requinte artesanal — de cerâmica e armas a perfumes luxuosos — chegaram a todas as regiões do Mediterrâneo.


O artesanato, a música e a literatura coríntias eram considerados o ápice do florescimento criativo. Os vestígios visíveis hoje datam predominantemente do período imperial romano e da Antiguidade Tardia, mas as origens de muitas estruturas remontam à era da Grécia Clássica. Particularmente impressionantes são os vestígios do Templo de Apolo, da Fonte de Glauce, da Ágora e do Santuário do Oráculo.


Um exemplo particularmente belo da arquitetura romana é a Fonte de Pirene, um complexo construído por Herodes Ático, cujas paredes outrora eram revestidas de mármore colorido e cujos pisos eram adornados com mosaicos intrincados. Igualmente impressionante é a rua pavimentada com mármore que outrora ligava a praça do mercado ao porto de Lequeu – um símbolo da antiga glória da cidade.


No caminho de volta, há um pequeno desvio até o animado porto de Pireu, antes de o dia terminar em Atenas com o check-in no hotel.

Dia 8: Partida

Voo de regresso

Vamos entrar em contato.

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